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Cidadãos do Mundo | Destaque
Três aposentados são os protagonistas da comédia italiana CIDADÃOS DO MUNDO, nossa atração na sessão das 17h30min. Cansados da vida precária na Itália, onde suas aposentadorias mal pagam as contas do mês, os personagens resolvem encontrar um outro lugar para morar. Com atuações que arrancam risos e emocionam ao mesmo tempo, o público acompanha as inquietações do excêntrico Attilio (Ennio Fantastichini), que gosta de antiguidades; de Giorgetto (Giorgio Colangeli), o mais complicado financeiramente; e do Professor (personagem do diretor Gianni Di Gregorio), um homem culto que dedicou sua vida ao ensino de grego e latim. #MomentoBanrisulDeCinema #Banrisul #IcatuSeguros #RioGrandeSeguros #IecineRS Cinemateca Paulo Amorim 1 Oct · 55 views
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As pessoas te tratam da forma que você permite, incentiva e alimenta
Informações referente à valores e horários de psicoterapia: http://www.marisapsicologa.com.br/horarios-disponiveis.html Terapia on-line ou presencial - Agendamento e informações: WhatsApp 11 11 99787-4512 Atendimento presencial: Rua Bela Cintra, 968 (prox Av Paulista - Metrôs Consolação e Paulista) Rua Frei Caneca, 33 (Consolação,prox ao centro) Inscreva-se para receber os próximos vídeos do youtube: http://goo.gl/32B3B6 E-books Gratuitos http://www.marisapsicologa.com.br/materiais.html E-books já publicados TOC Transtorno Obsessivo Compulsivo. Transtornos de Personalidade. Depressão. Tratamentos psicológicos. Ansiedade. Pânico. TDAH Déficit de atenção. Hipocondria. Esquizofrenia. Anorexia. Obesidade. Agorafobia. Tratamento para alcoolismo. Auto estima. Ansiedade infantil. Timidez. Bournot . Ejaculação Precoce. Superando a dor da separação. Como manter a sanidade mental na quarentena Participar do grupo no Telegram: https://t.me/PsicologosemSP Site www.marisapsicologa.com.br https://goo.gl/Ws1hSU Facebook Psicólogos em São Paulo https://goo.gl/zXlX3C Instagram @Psicologoemsaopaulo https://goo.gl/CZjlZe Twitter @psicologomarisa https://twitter.com/psicologomarisa Este vídeo https://youtu.be/TC0J0_B8vQQ Marisa de Abreu Psicóloga CRP 06/29493 _________________________________________ As pessoas te tratam da forma que você permite, incentiva e alimenta. Ouvimos muito essa frase, claro que não se trata de uma verdade que se encaixa em absolutamente todos os casos, mas cada vez mais percebo a verdade dela em muitas situações. O grande, e revelador, detalhe é que nem sempre percebemos que permitimos, ou até percebemos, mas absolutamente não conseguimos frear esse processo. O que acontece é que às vezes nos faltam com o respeito, falam coisas desagradáveis, são invasivos, percebemos e nos ressentimos, mas não sabemos por onde começar para que isso não mais se repita. Para conseguirmos encerrar esse ciclo precisamos entender como ele acontece: - Pra começar nem todo mundo tem a empatia, a delicadeza de observar como o outro gosta, e precisa de ser tratado, e sai falando e fazendo o que seu impulso o leva a fazer. - Achar que a pessoa vai perceber a mancada e vai parar, muitas vezes não funciona. - Achar que fizemos “cara feia” o suficiente, muitas vezes só alimenta o comportamento do outro, pois ele conseguiu o que quer, provocar incomodo em você. - Não é verdade que só te trata mal aquele que não gosta de você. Muitas vezes aquele que fala os piores absurdos são as pessoas que te amam. - Muitas vezes a pessoa fala achando que está te ajudando, te ensinando algo, te “educando”. - Decidir não reagir para não alimentar o comportamento do outro pode ter efeito contrário, ou seja, ele pode considerar que tem sua permissão para continuar te tratando assim. - Algumas vezes a pessoa te destrata, mas você nem era o alvo, ela faz isso porque não pode fazer com quem ela gostaria, então descarrega em quem está mais próximo. - E por fim ainda tem aqueles que simplesmente não reconhecem que o que fizeram ou falaram pudesse te magoar. Eles avaliam que eles não seriam magoado por algo semelhante, e por mais que você comunique que foi uma ofensa, ele ainda vai considerar que aquilo não machuca. O mais interessante é que se alguém fizer igual à eles, a resposta será estrondosa. Bom, já percebeu que não dá para controlar o comportamento do outro, mas algumas vezes é possível controlar o que chega até você. Ou seja, ele vai continuar fazendo o que sempre fez mas você saiu da frente, da linha de tiro. E para conseguir sair da linha de tiro você precisa: - Reconhecer que isto está acontecendo. - Reconhecer se está perdoando mesmo que o outro não tenha se esforçado para obter este perdão. - Ser honesto consigo mesmo e avaliar o quanto te machuca. - Saber que pode perdoar, mas não precisa continuar recebendo o mesmo desaforo. - Identificar o quanto está aceitando destrato por depender emocionalmente, ou materialmente da pessoa. - Observar se o que recebe seria na verdade uma volta do que você também tem feito a esta pessoa. Psicólogos em São Paulo 3 Sep 2020 · 539 views
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O PERIGO DE FALAR DEMAIS
O PERIGO DE FALAR DEMAIS Hoje quero falar do segundo verbo mais importante do mundo, que se chama “Calar a boca”. Se você dominar o uso desse verbo, tornando-o um hábito, terá o mundo aos seus pés, pois se tornará “um escutador num mundo de faladores”. Raramente uma pessoa será odiada e rejeitada por ser muito calada, mas ninguém – ninguém mesmo – gosta de gente que fala demais. Você já deve ter encontrado gente assim: não calam a boca um minuto, emendam assuntos, falam sem pensar e quase sempre sobre assuntos bobos e inúteis. Falam sem ninguém perguntar, se intrometem onde não são chamados. FALAR DEMAIS É UMA DOENÇA. Você nunca se meterá em confusões por não ter dito algo, nunca terá que desfazer um mal entendido que não criou, nem terá que retirar algo que não disse, nem terá que pedir desculpas por algo que não falou e nunca criará inimigos ferrenhos por ofensas que não proferiu. Lembre-se disso. FALAR DEMAIS FAZ MAL. Mas, quando você deve calar a boca? Quando você estiver irritado ou magoado, quando estiver triste e deprimido, quando estiver com vontade xingar alguém ou dar uma resposta ríspida, quando sentir desejo de criticar alguém, quando não pedirem sua opinião, quando não dominar o assunto que está sendo tratado, quando não tiver certeza, quando chegar atrasado e quando outra pessoa estiver falando. FALAR DEMAIS DESTRÓI CARREIRAS, EMPREGOS E CASAMENTOS. Cale a boca quando estiver vendendo – apenas responda o que lhe for perguntado e explique o que lhe for pedido. Nunca diga uma verdade para quem não pediu para ouvir. Antes de dar uma opinião, pergunte à pessoa se ela a quer. Muitas pessoas morrem de hemorragia, mas muitas mais morrem de verborragia. FALAR DEMAIS ATRAI TRAGÉDIAS E DISSABORES. Veja esse vídeo, depois analise a si mesmo, reveja seus hábitos e comportamentos. E mude, se perceber que tem errado nesses pontos. Ou então não mude, fique entre os odiados e rejeitados, associe-se aos tolos e mentecaptos. Seja como for, você é sempre livre para escolher; VOCÊ ESCOLHE, DEPOIS VOCÊ COLHE. Saia da multidão, seja diferente, seja UM ESCUTADOR num mundo DE FALADORES. Aprenda a PENSAR COMO SAMURAI E AGIR COMO GUERREIRO. “A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios uma armadilha para a sua alma” (Provérbios 18:7). Só existem dois tipos de pessoa no mundo: as que dominam A FINA ARTE DE LIDAR COM PESSOAS, e as que vivem imersas em problemas criados por si mesmas. Conheça: http://goo.gl/BWAtjw Um abraço e meu carinho, Prof. Ivan Maia CONTATOS com o Prof. Ivan Maia: Fones: (19) 3044.2118 [email protected] SITE OFICIAL: www.ivanmaia.com CANAL DO YOUTUBE: www.youtube.com/c/imaiatreinamentos PÁGINA DO FACEBOOK: www.facebook.com/IvanMaiaTreinamentos LINKEDIN: www.linkedin.com/in/ivanmaiatreinamentos Ivan Maia Treinamentos 4 Jul 2016 · 4.3K views
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ERRAR É HUMANO, MAS SEMPRE TEMOS A OPÇÃO DE ERRAR COM RESPONSABILIDADE Todo o ser humano erra. Isso é um facto. Mas é verdade, também, que ninguém gosta de errar. Quando erramos, não queremos admitir que a responsabilidade é nossa e sofremos por isso. Tentamos encontrar a causa noutras pessoas ou na situação do momento. Embora a nossa razão tente convencer-nos de que boas ações geram boas consequências, más ações provocam más consequências e que tudo é resultante das nossas próprias ações, no íntimo não conseguimos aceitar totalmente este Princípio da Causalidade. Numa entrevista, o antigo técnico da seleção brasileira de voleibol masculino Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, disse: «Errar é fundamental. Quando você erra, você se questiona. O questionamento gera mudança. Mudança gera crescimento, e crescimento traz satisfação. Mas é preciso assumir a responsabilidade. No Brasil, culturalmente, as pessoas assumem pouco. “Foi o governo que não fez”, “o adversário era melhor”. A responsabilidade é sempre do outro. Se você não assume, nunca vai entender por que errou nem se corrigir.» Para cada consequência, com certeza que existe uma causa. E essa causa não está nas outras pessoas ou na sociedade, mas em cada um de nós. Errar é fundamental. Mas é preciso aprender a errar com responsabilidade. A partir do momento em que o Princípio da Causalidade entrar na vida de cada um de nós, a sociedade já não será a mesma. Pois as pessoas entenderão que o mundo é o reflexo fiel das nossas próprias ações. Quem apenas culpa os outros por todo o mal que lhe acontece nunca encontrará a verdadeira felicidade. O essencial é olhar honestamente para si mesmo, refletir com sinceridade e corrigir as próprias atitudes. Fazendo isso, as pessoas também mudarão. E a vida quotidiana, com certeza, será mais feliz. Uma história do Japão do século XVII, relatada neste vídeo e no livro “Causa e Consequência – Filosofia budista para o dia a dia”, de Mauro M. Nakamura, muito nos ensina sobre como podemos refletir, mudar, compreender melhor as pessoas, ser feliz e proporcionar a felicidade aos outros. 🌼 Saiba mais sobre os livros e tenha acesso a textos e vídeos sobre os conteúdos relacionados no site da ITIMAN: https://www.itiman.eu (Por Mauro M. Nakamura, professor de filosofia budista, autor do livro “Causa e Consequência”, diretor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor Internacional da Ichimanenndo Publishing – Tóquio, Japão)
ERRAR É HUMANO, MAS SEMPRE TEMOS A OPÇÃO DE ERRAR COM RESPONSABILIDADE Todo o ser humano erra. Isso é um facto. Mas é verdade, também, que ninguém gosta de errar. Quando erramos, não queremos admitir que a responsabilidade é nossa e sofremos por isso. Tentamos encontrar a causa noutras pessoas ou na situação do momento. Embora a nossa razão tente convencer-nos de que boas ações geram boas consequências, más ações provocam más consequências e que tudo é resultante das nossas próprias ações, no íntimo não conseguimos aceitar totalmente este Princípio da Causalidade. Numa entrevista, o antigo técnico da seleção brasileira de voleibol masculino Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, disse: «Errar é fundamental. Quando você erra, você se questiona. O questionamento gera mudança. Mudança gera crescimento, e crescimento traz satisfação. Mas é preciso assumir a responsabilidade. No Brasil, culturalmente, as pessoas assumem pouco. “Foi o governo que não fez”, “o adversário era melhor”. A responsabilidade é sempre do outro. Se você não assume, nunca vai entender por que errou nem se corrigir.» Para cada consequência, com certeza que existe uma causa. E essa causa não está nas outras pessoas ou na sociedade, mas em cada um de nós. Errar é fundamental. Mas é preciso aprender a errar com responsabilidade. A partir do momento em que o Princípio da Causalidade entrar na vida de cada um de nós, a sociedade já não será a mesma. Pois as pessoas entenderão que o mundo é o reflexo fiel das nossas próprias ações. Quem apenas culpa os outros por todo o mal que lhe acontece nunca encontrará a verdadeira felicidade. O essencial é olhar honestamente para si mesmo, refletir com sinceridade e corrigir as próprias atitudes. Fazendo isso, as pessoas também mudarão. E a vida quotidiana, com certeza, será mais feliz. Uma história do Japão do século XVII, relatada neste vídeo e no livro “Causa e Consequência – Filosofia budista para o dia a dia”, de Mauro M. Nakamura, muito nos ensina sobre como podemos refletir, mudar, compreender melhor as pessoas, ser feliz e proporcionar a felicidade aos outros. 🌼 Saiba mais sobre os livros e tenha acesso a textos e vídeos sobre os conteúdos relacionados no site da ITIMAN: https://www.itiman.eu (Por Mauro M. Nakamura, professor de filosofia budista, autor do livro “Causa e Consequência”, diretor de conteúdo e presidente da ITIMAN. Diretor Internacional da Ichimanenndo Publishing – Tóquio, Japão) Mauro M. Nakamura 14 Sep · 42 views
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A Oração que Deus Atende Não lhe ocorre, com certa freqüência, de ter a sensação de que sua oração não foi ouvida por ninguém. Que ela não do teto. Às vezes parece que DEUS nem existe, ou se existe, não se importa com você. Outras vezes, nos julgamos tão indignos que, até parece que Ele nem pode nos atender. Ou então, que a nossa fé é tão pequena que sequer adianta orar, não seremos atendidos mesmo… Então, recorremos a pessoas que pensamos ter muita fé. Geralmente são pessoas que promovem grandes exibições de fé em reuniões de numeroso público. Aí, uma pessoa assim ora por todos aqueles que têm algum problema, geralmente dinheiro, emprego, amor ou doença, que ali procuram solução. Não devemos nos esquecer de que JESUS disse: “E, quando orares, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas [igrejas] e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa [a admiração das pessoas, mais nada]. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará” (S. Mateus 6:5 e 6 – inserções nossas). Naquele tempo, esses líderes religiosos oravam pelas ruas e praças. Hoje, oram na televisão e nas reuniões públicas. Oram não como seria prudente, para pedir as bênçãos sobre o programa e as pessoas que a ele assistem, mas para promover a sua ‘grande fé’ e obter a admiração do público. Esse é o problema. Para demonstrar o poder que eles têm, chegam a dar ordens ao próprio DEUS. A expressão “eu ordeno” é muito comum… A recomendação de JESUS é que não nos assemelhemos a essas pessoas, mas que nos dirijamos a nosso Pai celeste, expondo a nossa necessidade, pois Ele, antes mesmo que lhe falemos, sabe do que necessitamos (S. Mateus 6:8). Devemos fazer isso em secreto, onde não sejamos vistos pelas pessoas (S. Mateus 6:6). Mas, então, se devemos, nós mesmos, diretamente, sem nenhum intermediário, nos achegar a DEUS e com Ele tratar de nossos assuntos, o que nos falta para que sejamos atendidos? Vamos estudar este tema à luz da Bíblia, onde DEUS nos revelou as causas, bem como o que devemos fazer. É triste que bem poucas pessoas saibam a respeito da verdade, até parece que a Bíblia é livro que só deve ser estudado profundamente pelos teólogos… Mas não deve ser assim. Todo cidadão deveria ser profundo conhecedor da Palavra de DEUS, daí o mundo seria outro, incomparavelmente melhor. Veja o que está escrito no Salmo 145:18: “Perto está O SENHOR de todos os que O invocam, de todos os que O invocam de verdade” (grifo nosso). Se isto é verdade, então deve se tornar real também em nossa vida, inclusive na sua, meu amigo leitor. Iremos primeiramente estudar algumas das razões por que não somos atendidos, ou, aparentemente não somos atendidos. DEUS não nos atende quando não fazemos a Sua vontade, ou ainda, quando pedimos algo que na realidade fortalece a nossa ligação com Lúcifer, Seu inimigo. Não esqueçamos: ou estamos fazendo a vontade de DEUS , ou a de Lúcifer, ou amamos, ou odiamos… Ele disse: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (S. Tiago 4:3 – grifo nosso). “…com a boca professa muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33:31 – grifonosso). Por exemplo, no tempo de JESUS, um homem Lhe fez um pedido, que não foi atendido. “Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança. Mas JESUS lhe respondeu: Homem, quem Me constituiu juiz ou partidor entre vós? Então lhes respondeu: tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (S. Lucas 12:13 a15). Devemos pedir as coisas que JESUS prometeu conceder, como perdão, capacidade para perdoar, humildade, sabedoria, ânimo, maior proporção de fé, força para servir, capacidade para obedecer, temperamento manso, capacidade de entender a Sua Palavra, poder para seguir o que ali é ensinado, fidelidade a seus princípios, força para suportar as provas que nos fazem crescer no conhecimento da verdade, entendimento sobre como cuidar de nossa saúde…Há muitas outras coisas que podemos pedir, mas deverão estar de acordo com os princípios do amor. Pedindo isto, Ele nos atende e nos acrescenta as coisas materiais das quais necessitamos (S. Mateus 6:32 e 33). Isso é lógico, é preciso sermos abençoados primeiro nos assuntos espirituais, para então sermos também abençoados no campo material. Em outras palavras, é preciso pertencermos de coração ao reino de DEUS para que possamos usufruir das delícias dali. Ele quer primeiro o nosso coração, isto é, o nosso ser todo. Então, sendo dEle, poderá favorecer-nos sem que com isso nos percamos para as atrações de um mundo maldoso e passageiro. Você gostaria de que DEUS o abençoasse, por exemplo, com riquezas e, após ser atendido, esquecer-se dEle, vindo a perder a vida eterna. Talvez muitos até o quereriam, mas DEUS jamais cometeria tal erro, Ele não erra nunca. Você entende em que bases as bênçãos de DEUS são colocadas. Ele é coerente, Ele quer salvar para a vida eterna, não apenas conferir uma vida razoavelmente confortável por algumas décadas. Esse não é o Seu plano. Ao pedirmos as coisas certas, não sentiremos uma alteração perceptível em relação ao que temos pedimos. Isto se manifestará no momento em que entrarmos em ação para servir a Ele ou ao próximo, ou ainda, em que agirmos para sermos nós mesmos melhores. Nesse último caso, a única maneira de nos tornarmos melhores é ajudar sinceramente outros a tornarem-se melhores, pedindo que DEUS nos auxilie. Servir, não ser servido, lembra… Outra causa pela qual muitas vezes não somos atendidos é porque acariciamos pecados ocultos aos outros, que só nós conhecemos. São coisas que já sabemos que não deveríamos praticar, mas, mesmo assim, praticamos. Sonegar impostos, por exemplo, fazer pirataria (cópias falsas), dar informação que permite dupla interpretação, e assim por diante. Enfim, é ser falso, não verdadeiro. Pense comigo, como DEUS poderia atender a alguém que, conscientemente, pratica coisas que são da natureza de Lúcifer? Você acha que DEUS deveria fazer isto? Veja o que diz a Bíblia: “Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o Seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso DEUS; e os vossos pecados encobrem o vosso DEUS de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59:1 e 2 – grifo nosso). “Se euatender a iniquidade no meu coração, O SENHOR não me ouvirá” (Salmo 66:18). Sendo assim, a recomendação é “Sonda-me, ó SENHOR DEUS, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos: vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23 e 24 – grifo nosso). Por que DEUS não atende nesses casos? Simples, na realidade Ele quer nos salvar, não nos manter no erro. Atendendo-nos no erro, Ele está a dizer: – está bom assim meu filho, continue dessa maneira, o que seria uma mentira, e DEUS não mente. Ele quer “nos guiar pelo caminho eterno”, não apenas por alguns anos e fim. Também, muitas vezes, não somos atendidos quando DEUS não é O primeiro em nosso coração. Há outras prioridades que O colocam de lado. Assim, Ele, educadíssimo que é, fica aguardando que nos apercebamos desse erro. Em muitos casos, nos acontecem provações, isto é, dificuldades, para que nos voltemos para Ele. “Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos em seu coração, tropeço para a iniquidade que sempre eles tem diante de si; acaso permitirei que eles me interroguem?” (Ezequiel 14:3 – grifo nosso). “… porque ouvem as tuas palavras, mas não as praticam” (Ezequiel 33:32 – grifo nosso). Ser mesquinhos e avarentos também nos separa das bênçãos do Criador. “O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido” (Provérbio 21:13). O princípio aqui envolvido é: “Dai e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida que tiverdes medido, vos medirão também” (S. Lucas 6:38, ver Filipenses 4:19). Aqui encontramos a prática de outro princípio. As bênçãos de DEUS, na maioria dos casos, não parecem ser bênçãos, acontecem de maneira tão natural que mais parecem ser fruto do curso normal da vida. Acontece que, assim sempre deveria ser. Na realidade, DEUS quer utilizar outros seres humanos, assim como os anjos, enfim, outros seres por Ele criados, para que uns sirvam de meio para Ele favorecer outros, e vice versa. Se parece natural, não miraculoso, é assim mesmo que Ele quer que seja. DEUS somente recorre ao miraculoso quando no natural esgotaram-se as possibilidades. Mas nós, um tanto desavisados pela falta de conhecimento a respeito de DEUS (ver Oséias 4:6), julgamos que muitas coisas boas que nos acontecem não procederam do Criador, e pensamos que Ele nunca nos atende. Mas as coisas boas vêm de DEUS, não de Lúcifer. Cuidado, quando Lúcifer providencia que coisas boas nos aconteçam, mais adiante ele nos trairá, isso é próprio de sua natureza: ser falso. Ele não consegue manter o bem por longo tempo, jamais eternamente. Eventualmente promove algumas coisas boas, mas sempre com intenção de enganar. Ele cauterizou a sua mente em proceder de modo maligno. Quando não perdoamos nosso irmão, o nosso próximo, também não podemos ser abençoados por DEUS. Isso é válido inclusive quanto aos inimigos. Nós não devemos ter inimigos, pois se servimos a DEUS, devemos saber que DEUS é amor.”E quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra outrem, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe vossas ofensas” (S. Marcos 11:25). “Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós temos perdoado aos nossos devedores…” (S. Mateus6:12). Que parece a você? DEUS não estaria incentivando o ódio e a guerra se atendesse orações de pessoas que conscientemente não perdoam? Onde chegaria isso? Que conseqüências acarretaria? Nesse caso, DEUS atende, sim, o pedido coerente, que nos ensine a perdoar. Disso podemos estar certos! As pessoas casadas que não amam seu cônjuge também não podem ser atendidas. “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade (…) para que não se interrompam as vossas orações” (I Pedro 3:7 – grifonosso). O que Pedro disse para os maridos vale também para as esposas. Há o princípio geral “que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei” (S. João 13:34). Já foi dito aqui neste livro que o lar é a organização mais favorável para cultivar o amor, ou seja, para o cultivo da obediência a DEUS. Portanto, seria estranho esperar que fôssemos atendidos no que pedimos a DEUS se, no próprio lar, não nos amamos uns aos outros. Uma das razões que talvez mais nos separa das bênçãos de DEUS é a falta de fé, ou seja, duvidar dEle. Pedimos e então duvidamos que seremos atendidos. Pelo que podemos ver, dificilmente estaremos numa situação em que seremos atendidos, você não acha? Então, o recurso é pedir que Ele faça a Sua vontade, não a nossa. Pedir também que nos ensine o que devemos fazer. Lembra o que leu no início deste capítulo? Há coisas que DEUS sempre atende, estas devemos pedir primeiro, com toda a sinceridade, e então crer que seremos atendidos, e assim será. “Se porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a DEUS, que a todos dá liberalmente, e nada lhes impropera; e ser-lhes-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante a onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do SENHOR alguma coisa” (S. Tiago 1:5 a 7 – grifo nosso). É assim que funciona: devemos pedir coisas coerentes com a salvação nossa e de nossos irmãos, e confiar que isso será atendido no momento que for adequado, segundo DEUS, e isso se tornará real. Essa é a promessa. “Tudo quanto em oração pedirdes, crede que realmente recebestes, e será assim convosco” (S. Mateus 11:24 – grifo nosso). Esse ‘tudo’, pronunciado pelo próprio JESUS, refere-se, obviamente, ao que contribui para que “seja feita a Sua vontade assim na Terra como no Céu”, não para que nos percamos em nossos pecados. A infidelidade, ou seja, a não cooperação com DEUS também impede que Ele nos ajude. Ele é o doador de todas as coisas, e requer que também doemos e favoreçamos aos nossos semelhantes. “De graça recebestes de graça dai” (S. Mateus10:8). O segredo aqui é tornar-nos cooperadores de DEUS. Sob o princípio do amor, é assim que a sociedade celeste funciona. DEUS abençoa as pessoas para que elas se ajudem mutuamente, servindo-se umas as outras. “Vigiai e cooperai com DEUS que ouve as orações. Lembrai-vos que somos cooperadores de DEUS” (I Coríntios 3:9 – grifo nosso). Mas para aqueles que, de forma egoísta, apenas pensam em si, e não querem cooperar servindo a seus semelhantes, JESUS tem uma grave advertência: “Eu afirmo que o Reino de DEUS será tirado de vocês e será dado às pessoas que produzem os frutos do Reino” (S. Mateus 21:43). Os frutos do reino provêm do amor, e estão ligados ao princípio de “amar o próximo como a ti mesmo”. Preciso fazer-lhe uma pergunta: como você está se sentindo? Você se encaixou em quase todas as causas que impedem que DEUS o atenda? Acha agora que não tem mais condições para manter um bom relacionamento com o Criador? Não é assim, felizmente. Em primeiro lugar, para DEUS nada é impossível (S. Lucas 1:37). Ele pode resolver qualquer coisa, e tem mil formas de fazer isso, das quais nada sabemos ( ) Em segundo lugar, JESUS veio para salvar justamente o que se havia perdido (S. Lucas19:10). E em terceiro lugar, ninguém é melhor que você, todos pecaram e todos carecem da glória de DEUS (Romanos 3:23). Paulo disse, com respeito a si mesmo,que ele fazia o que não queria fazer, e o que queria fazer, ou seja, o bem, isso lhe era difícil fazer (Romanos 7:19). Na realidade, essa é a luta. O problema é que Lúcifer conseguiu criar uma forma de engano quase perfeita. Veja bem, para muitas pessoas parece que umas são santas, outras pecadoras. E nós sempre nos achamos pecadores, o que aliás é verdade. O engano está em que não nos achamos à altura daquelas outras pessoas que temos por santas, e então desanimamos, ou, passamos a confiar apenas nesses santos. Dos que passaram aqui pela Terra, somente JESUS é que nunca cometeu pecado, Ele só é perfeitamente santo, só Ele pode pleitear nossa causa perante O Pai. E Ele veio para salvar pecadores, assim como eu e você, que está lendo o que escrevi. Somente através dEle, podemos também ser santos e perfeitos, de nenhuma outra forma isso é possível. JESUS disse: “sem Mim nada podeis fazer” (S. João 15:5 – grifo nosso). Então, se crermos em JESUS, Ele enviará o Seu Espírito Santo para nos ensinar o caminho a seguir. Só assim estaremos seguros, e Ele terá prazer em atender nossas orações. Aliás, as nossas orações se tornarão cada vez mais inteligentes, saberemos cada vez melhor o que falar com O Criador, não lhe pedindo tantas coisas absurdas. Como então orar para que JESUS e nós nos tornemos íntimos? Essa é uma boa pergunta. Podemos aprender com algumas citações da Bíblia, estudando casos que nos ensinam o correto. O próprio JESUS, muitas vezes, levantava-se de madrugada para orar (S. Marcos1:33). Porque nesse horário havia silêncio, não seria interrompido e poderia manter total comunhão com seu Pai. É por isso que JESUS recomenda que devemos entrar em nosso quarto, fechar a porta e orar em secreto com nosso DEUS (S. Mateus 6:5 e 6). Esse não deve ser um ato de exibicionismo, mas de intimidade com quem nos criou. Aliás, JESUS muitas vezes passava a noite inteira em oração (ver S. Lucas 6:12).Assim Ele recebia poder do alto, e por isso tornou-se vencedor, como ser humano que foi. Há ocasiões em que temos grandes perplexidades e problemas, e nessas ocasiões devemos orar mais. As pessoas oram pouco, e querem com esse pouco, aprender de DEUS. Com tão pouco, nem sequer aprendem a orar como devem. Em muitos casos, repetem cada dia sempre as mesmas palavras. Isso não é oração. Já nem mesmo atentam para o que estão dizendo, isso são apenas “vãs repetições” (S.Mateus 6:7). Você acha que pelo muito repetir é que DEUS nos atende? Certamente não. Quando oramos, devemos falar com DEUS como a um amigo muito íntimo, o qual deferimos todo o respeito e consideração. É conveniente nos acostumarmos a orar sempre antes de cada decisão importante. Por exemplo, quando estamos em nosso trabalho, podemos a qualquer momento, ligar os nossos pensamentos a DEUS. Para tanto, não precisamos nos ajoelhar entre as pessoas, podemos procurar um lugar seguro e reservado, ou, senão, orar em pensamento, ali mesmo. DEUS nos atenderá se formos sinceros quanto as nossas intenções. E ninguém precisa perceber que estamos orando, aliás, nem devem perceber isso. DEUS merece todo o nosso respeito. Junto aos que crêem nEle, há muitos descrentes, que se escandalizariam e não devemos dar motivos para tal. Se é bom orar antes das decisões ou de coisas que iremos fazer, também não nos devemos esquecer de orar após termos realizado o que planejamos. Isso, quer tenha dado certo ou não. De qualquer maneira, devemos apresentar o caso a Ele, como a um amigo muito inteligente que pode e quer nos orientar. Dessa forma, será desenvolvida a nossa Inteligência Espiritual, a capacidade de discernir entre o certo eo errado, tendo por base, os princípios de DEUS. Essa inteligência é vital para um bom relacionamento com nossos semelhantes e para o sucesso no que empreendemos. Esse sucesso não será passageiro, mas contribuirá para a vida eterna. Essa é a vontade de DEUS. Tendo dado certo o empreendimento, você não acha que é importante agradecer a Ele? Nessa atividade, esteve com Ele, portanto, Ele esteve contigo. Essa foi uma experiência vitoriosa para você, e deve aprender com ela. O agradecimento grava em nossa mente as experiências em que mantivemos intimidade com DEUS. Mas muitos esquecem de agradecer, e ainda se gabam de ‘suas’ realizações, como se fossem suas e como se DEUS nem existisse. JESUS, certa vez, curou dez leprosos, mas um só Lhe agradeceu mais tarde. “Não eram dez os que foram curados? Onde estão os outros nove?” perguntou Ele (S. Lucas 17:17). E, por que não orar quando estamos muito ocupados? É outra ocasião propícia para falarmos com Ele, e pedirmos que os Seus princípios se realizem no que iremos fazer. JESUS, “mesmo que grandes multidões O procuravam, Ele com freqüência se retirava para lugar isolado e ali orava” (S. Lucas 5:15 e 16). Na realidade devemos “orar sem cessar” (I Tessalonicenses 5:17). Ao nos sentirmos tentados “vigiem e orem para não serem tentados” (S. Mateus 26:41). Oremos, também, quando sentirmos simplesmente vontade de falar com DEUS. Uma vida de oração não é estar de joelhos a todo o tempo. Também não é estar orando a todo tempo. Mas é manter uma vida coerente com a vontade de DEUS, e esse é um bom pedido para Lhe fazer, que certamente será atendido, se não duvidarmos. Devemos persistir, não desistir de orar. Muitas vezes largamos muito cedo nossa busca, sendo que DEUS está querendo nos fortalecer na fé, na capacidade de nos mantermos fiéis, de persistirmos, porque isso é vital para nossa vida espiritual. Ele é o nosso DEUS, Ele gosta de estar em nossa companhia, e quer tornar-se familiar a nós. Mas isso não é possível se nos dedicarmos a Ele apenas alguns esporádicos instantes. Assim fracassaremos. Pior ainda, se delegarmos nossas orações para que outras pessoas as façam por nós. Nunca conheceremos a DEUS dessa forma. Sempre que possível e conveniente, devemos orar de joelhos. Essa é a posição mais nobre possível no Universo. É a posição em que estamos reverenciando aquEle que nos criou, Ele escolheu essa posição. Essa não é uma posição de humilhação, mas de humildade. Todos os seres santos, que vivem em outros lugares fora da Terra são humildes, a começar por DEUS. O momento da oração é um momento sagrado, porque DEUS está ali. JESUS orava de joelhos (S. Lucas 22:41). Daniel, três vezes ao dia punha-se de joelhos diante de DEUS (Daniel 6:10). Estar de joelhos diante de DEUS é um privilégio, uma honra. Estamos diante, nada menos que O Criador do Universo. Ele merece isso. Ele mesmo disse: “Aquietai-vos, e sabei que Eu Sou DEUS” (Salmo 46:10). Dessa forma, devemos orar uns pelos outros. Assim também estaremos servindo e sendo servidos. “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua fé, a oração do justo” (S. Tiago 5:16– grifo nosso). Na versão da Bíblia Viva, aprendemos sobre qual deve ser a motivação em orar uns pelos outros. Paulo disse: “Orem por mim também e peçam que DEUS me dê as palavras exatas enquanto eu falo corajosamente aos outros acerca do SENHOR e enquanto lhes explico que a sua salvação é também para os gentios” (Aos Filipenses 6:19, Bíblia Viva). Ele estava pedindo isso para melhor servir a DEUS e ao próximo. Isso DEUS atende sempre. Quando orarmos, devemos fazê-lo com fé. “Por isso vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que o recebestes, e será assim convosco” (S. Marcos 11:24 – grifo nosso). A fé vem de DEUS. Não é obtida por esforço humano. Não se obtém mais fé, realizando esforço para crer por exemplo. “A fé vem pela pregação e a pregação pela Palavra de CRISTO” (Romanos 10:17). Isso por que “fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que não se vêem” (Romanos 11:1 – grifonosso). Essa certeza das coisas que ainda não podemos provar, ou, nem mesmo explicar, somente pode ser dada por DEUS. Toda vez que queremos, por nós mesmos crer em algo inexplicável, isso não é fé, é fanatismo, não vem de DEUS. Nesses casos, por certo, estaremos nos enganando. Pela fé, podemos ter certeza das promessas de DEUS, porque Ele cria em nós essa certeza, uma vez que Ele é fiel no que diz. Da mesma maneira, é pela fé que entendemos que JESUS virá outra vez, pois isso, por enquanto, é somente uma promessa, da mesma forma que o foram muitas das profecias, que atualmente já se cumpriram. Utilizar o cumprimento das profecias do passado é um ótimo exercício para fortalecer a confiança em DEUS, para ter certeza de que as profecias que ainda estão no futuro, também se cumprirão. Assim reteremos a fé que Ele nos concede. Se a fé vem de DEUS, há, no entanto, também a nossa parte. Quando os discípulos pediram mais fé a JESUS, Ele lhes explicou que deveriam trabalhar. O trabalho para ajudar a tornar grande uma pessoa, requer que ultrapasse a expectativa de quem o solicitou. JESUS disse que são servos inúteis aqueles que apenas fazem o que lhes foi solicitado. Os realmente úteis são os que fazem mais que o solicitado (S. Lucas17:5 a 10). Com isso, Ele estava a dizer que devemos servir a DEUS e aos nossos semelhantes mais do que seria o normal esperado. E DEUS dará fé a uma pessoa assim. Não o faremos para ter fé, mas para prestar um bem aos outros, e Ele nos compensará com fé, e com fé, poderemos pedir e receberemos. É assim porque sem fé é impossível agradar a DEUS (Hebreus 11:6). A grande explicação de como isto funciona se encontra em S. João 15:7: “Se permanecerdes em Mim e as minha palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (grifo nosso). Aqui JESUS está dizendo que devemos obedecer ao que Ele disse. Esse é o significado de permanecer nEle e as suas palavras permanecerem em nós. Nessa relação, nós nEle e Ele em nós – através das palavras que pronunciou, e que aceitamos e seguimos – DEUS concede fé, isto é, confiança em JESUS e no que prometeu. Assim, pediremos o que quisermos e nos será concedido. Por certo, pediremos coisas coerentes com a Palavra do Mestre, pois,assim teremos as Suas Leis em nossas mentes, conforme Salmo 37:31; 40:8; Jeremias 31:13; II Coríntios 3:3 e Hebreus 8:10 a 12. “Se pedirdes alguma coisa, segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve, em tudo o que pedirmos, sabemos que alcançamos as petições que Lhe fizermos” (S. Marcos 11:24). Não nos é necessário pedir que DEUS permaneça conosco, devemos pedir dEle forças para que nós permaneçamos com Ele. Nossas orações devem ser dirigidas diretamente a DEUS, em nome de JESUS. Nunca em nosso próprio nome ou por intermediários humanos, mesmo que sejam considerados santos. Não há intermediário senão JESUS. Ele é o único que morreu por nós, por toda a humanidade. “E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que O Pai seja glorificado no Filho…” (S. João 14:13 – grifonosso). E em nome de JESUS é muito conveniente nos reunirmos em pequenos grupos. DEUS nos criou seres sociais, e assim também devemos tratar nossas questões espirituais, embora haja questões estritamente particulares entre nós e o nosso Criador. JESUS disse: “E afirmo também, sempre que na Terra dois de vocês pedirem a mesma coisa em oração, isso será feito pelo Meu Pai que está no Céu. Porque onde dois ou três estão juntos em Meu nome, Eu estou ali com eles” (S.Mateus 18:19 e 20). Mais uma vez você deve estar pensando: não é fácil orar de maneira a ser atendido por DEUS. Isso é verdade, e nem poderia ser diferente. Veja que nós estamos numa situação de imperfeição, e DEUS, bem como o restante do Universo, estão na perfeição. Assim sendo, mesmo bem intencionados, nós cometemos os mais diferentes erros. Erramos demais. Mas DEUS sabe disso, e é Seu propósito nos ajudar a acertar. Para tanto, devemos, ao menos tentar, mesmo que erremos. Para acertar, DEUS elaborou um plano maravilhoso. Ele designou um professor para nos ensinar como devemos fazer todas as coisas. Esse professor é um dos três participantes da divindade, é O Espírito Santo. Ele nos ensinará todas as coisas que devemos saber. Ele o fará através de nossa mente, no momento em que estudamos a Palavra de DEUS, em que ouvimos a respeito, em que falamos a respeito ou em que oramos com DEUS. Está escrito assim: “Também O Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis (comunicação entre O Espírito e DEUS). E aquEle que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito. Porque segundo a vontade de DEUS é que Ele intercede pelos santos” (Romanos 8:26 e 27 – inserção nossa). O Espírito Santo é O consolador que JESUS prometeu enviar depois de Sua partida (S. João 14:16 e 17), que nos ensinará todas as coisas que precisamos saber (S. João14:26). Na medida em que reconhecermos que nós mesmos não sabemos como obedecer a DEUS de maneira perfeita, porque nossa natureza é imperfeita, e em que desejarmos fazer realmente a Sua vontade, e pedirmos isso, estudando a Sua Palavra, O Espírito Santo entrará em ação. A nossa vontade, aos poucos, será modificada, a nossa maneira de pensar mudará, tornando-se cada vez mais perfeita, mais semelhante ao modo de pensar de DEUS. Tornar-nos-emos mais semelhantes a Ele até que, no dia da segunda vinda de JESUS CRISTO, a obra da restauração da imagem de DEUS em nós será completada (I João 3:2). Isso é a oração, meu amigo. É um colóquio entre a criatura e seu Criador. Uma conversa íntima, em que cada vez nos entregamos a Ele, que somente quer o nosso bem. Nesses diálogos, entremeados de estudo de Sua Palavra, haverá crescimento da intimidade e haverá transformação do ser. Entenderemos cada vez melhor qual seja a Sua justa e boa vontade. Obedeceremos cada vez mais perfeitamente. E no grande dia da Sua segunda vinda, que agora está muito próximo, Ele nos tornará (recriará) santos e perfeitos outra vez, atendendo a nossa vontade de sermos assim. Agora, creio que o leitor deve estar entendendo a oração. Ela, portanto, é muito fácil, ela é um instrumento de aprendizagem direta entre DEUS e aqueles que querem ser salvos. Prof. Sikberto Renaldo Marks, Mega Evento, Capítulo 28. Avalie isto: [Alguns dos conselhos deste capítulo foram dados pela Sra. White numa reunião onde estavam obreiros de diversos países, línguas e costumes. Alguns desses obreiros antes haviam adotado a posição de que os conselhos que o Senhor enviara a Seu povo através de Ellen G. White só tinha aplicação no país a que ela pertencia.] Se formos a Cristo com a simplicidade da criança que se dirige aos pais terrestres, e Lhe pedirmos as coisas que nos prometeu, crendo que as receberemos, tê-las-emos. Se todos exercêssemos fé como deveríamos, seríamos abençoados com o Espírito Santo de Deus em medida muito maior do que a já por nós recebida em nossas reuniões. Alegra-me que ainda nos restam alguns dias para o término dessas reuniões. Porque esta é a pergunta que surge: Iremos nós à fonte para beber? Darão o exemplo os que ensinam a Verdade? Deus por nós fará grandes coisas se, com fé, nos apegarmos à Sua Palavra. Que possamos ver aqui todos os corações se humilhando perante Deus! Desde o início dessas reuniões, me senti fortemente inclinada a abordar os assuntos do amor e da fé. E assim é porque vocês necessitam deste testemunho. Alguns dos que vieram trabalhar nestes territórios missionários têm dito: “A senhora não compreende o povo francês; não compreende os alemães. Eles precisam ser tratados desta ou daquela maneira.” Pergunto, porém: Não os compreenderá Deus? Não é Ele que a Seus servos dá uma mensagem para as pessoas? Ele sabe exatamente o que necessitam; e se a mensagem vem diretamente dEle, por intermédio de Seus servos para o povo, cumprirá a obra que lhe foi designada; todos serão unificados em Cristo. Embora alguns sejam arraigadamente franceses, outros entranhadamente alemães e outros profundamente americanos, todos chegarão a ser identicamente semelhantes a Cristo. O templo israelita foi construído de pedras lavradas e extraídas das montanhas; e cada pedra era preparada para o seu respectivo lugar no templo, lavrada, polida e provada antes de ser transportada para Jerusalém. E quando todas estavam no terreno, a edificação foi erguida sem que se ouvisse o ruído de um único machado ou martelo. Essa construção representa o templo espiritual de Deus, composto de material trazido de todas as nações, línguas, povos e classes sociais, elevados e humildes, ricos e pobres, sábios e iletrados. Não se trata de substâncias inertes que devam ser trabalhadas com martelo e cinzel. São pedras vivas, tiradas da pedreira do mundo por meio da verdade, e o grande Arquiteto principal, o Senhor do templo, as está agora lavrando, polindo e preparando para o seu lugar respectivo no templo espiritual. Uma vez terminado, esse templo será perfeito em todas as suas partes e causará a admiração dos anjos e dos homens; porque o seu Arquiteto e Construtor é Deus. Ninguém pense que não tem necessidade de correção alguma. Não existe pessoa nem nação que seja perfeita em todos os seus costumes e pensamentos. Uma precisa aprender da outra. Por isso Deus quer que as diversas nacionalidades se coordenem para chegar a ser um só povo, em sua visão e propósitos. Será, assim, exemplificada a união que há em Cristo. Eu estava quase com medo de vir a este país, pelo muito que ouvira das peculiaridades das diferentes nacionalidades européias e dos meios a serem empregados para alcançá-las. Mas a sabedoria divina é prometida aos que dela sentem necessidade e a pedem. Deus pode levar as pessoas aonde hão de receber a verdade. Permitamos ao Senhor Se apossar das mentes e moldá-las como o barro é moldado pelas mãos do oleiro, e essas diferenças deixarão de existir. Irmãos, contemplem a Jesus; imitem-Lhe as maneiras e o espírito, e não terão dificuldade alguma para alcançar esses diferentes tipos de pessoas. Não temos seis modelos para copiar, nem cinco; temos apenas um: Jesus Cristo. Se os irmãos italianos, franceses e alemães tentarem ser iguais a Ele, colocarão os pés sobre o mesmo fundamento da verdade; o mesmo espírito que anima um animará o outro — Cristo neles, a esperança da glória. Eu os exorto, irmãos e irmãs, a não erguerem um muro de separação entre as diferentes nacionalidades. Ao contrário, tratem de derribá-lo, onde existir. Devemos esforçar-nos por levar todos à harmonia que há em Jesus, trabalhando em prol do objetivo único — a salvação dos nossos semelhantes. Meus irmãos no ministério, irão apossar-se das ricas promessas de Deus? Porão de parte o eu e deixarão que Jesus apareça? Antes que Deus possa atuar por seu intermédio, o eu precisa morrer. Fico alarmada ao ver o eu manifestar-se num e noutro, aqui e ali. Em nome de Jesus de Nazaré, eu lhes declaro que sua vontade tem de morrer; ela deve se transformar na vontade de Deus. Ele lhes quer depurar e purificar de toda mácula. Existe uma grande obra para ser feita em seu favor antes de serem revestidos do poder de Deus. Rogo-lhes que se aproximem dEle, a fim de reconhecerem Suas ricas bênçãos, antes de findar esta reunião. — Testimonies for the Church 9:179-182. A atitude de Cristo para com a nacionalidade — Cristo não fazia distinção de nacionalidade, classe social nem credo. Os escribas e fariseus queriam monopolizar todos os dons do Céu em favor da sua localidade e nação, com exclusão do restante da família no mundo inteiro. Cristo, porém, veio para derrubar todo muro de separação. Veio para mostrar que o dom da Sua misericórdia e amor, como o ar, a luz e a chuva que refrigera o solo não reconhece limites. Por Sua vida, Cristo fundou uma religião na qual não há classes sociais; judeus e pagãos, livres e servos são iguais perante Deus e reunidos por um vínculo fraternal. Nenhum exclusivismo influía em Seus atos. Não fazia distinção alguma entre compatriotas e estrangeiros, amigos e inimigos. O que Lhe atraía o coração era a pessoa sedenta da água da vida. Não menosprezava ser humano algum mas buscava tornar disponível o bálsamo de cura para toda e qualquer pessoa. Em qualquer companhia que estivesse, apresentava uma lição apropriada ao tempo e às circunstâncias. Todo desprezo ou ultraje que os homens infligiam aos seus semelhantes não fazia senão inspirar-Lhe o sentimento da mais viva necessidade da Sua simpatia divino-humana. Buscava incutir esperança no mais rústico e menos promissor dos homens, assegurando-lhes de que poderiam tornar-se irrepreensíveis e santificados, e adquirir o caráter de filhos de Deus. — Testimonies for the Church 9:190, 191. Portanto, sendo os filhos de Deus um em Cristo, como considera Jesus as classes, as distinções sociais, a separação do homem de seus semelhantes, por causa da cor, da raça, posição, riqueza, nascimento ou realizações? O segredo da unidade encontra-se na igualdade entre os crentes em Cristo. — Mensagens Escolhidas 1:259. Uma ilustração da unidade — Há alguns anos, quando era muito pequeno o grupo de crentes na breve volta de Cristo, os observadores do sábado em Topsham, Estado de Maine, reuniam-se para o culto na ampla cozinha da casa do irmão Stockbridge Howland. Numa manhã de sábado, o irmão Howland estava ausente. Isso nos surpreendeu, pois ele costumava ser sempre pontual. Logo, porém, o vimos chegar com a face radiante, iluminada pela glória de Deus. “Irmãos — disse — achei alguma coisa. Achei que podemos adotar uma norma de procedimento, a cujo respeito nos diz a Palavra de Deus: ‘Nunca tropeçareis.’ Vou dizer-lhes de que se trata.” Contou-nos, então, que notara que um irmão pescador pobre, pensava não ser tão estimado quanto merecia, e que o irmão Howland e outros se consideravam superiores a ele. Isso não era verdade, mas assim lhe parecia; e durante algumas semanas não comparecera às reuniões. Assim é que o irmão Howland foi à sua casa e, pondo-se de joelhos diante dele, disse: – Irmão, perdoe-me; que falta cometi eu? O homem, pegou-o pelo braço, como querendo erguê-lo. – Não — disse o irmão Howland — que tem o irmão contra mim? – Nada tenho contra você. – Acho que alguma coisa deve haver — insistiu o irmão Howland — porque antes falávamos livremente um ao outro, mas agora você não me dirige mais a palavra, e eu quero saber o que há. – Levante-se, irmão Howland — disse ele. – Não — respondeu o irmão Howland — não quero. – Então, eu é que tenho de me ajoelhar — disse ele, caindo sobre os joelhos e confessando como fora infantil e a quantos maus pensamentos se havia entregue. — Agora — acrescentou — afastarei de mim tudo isso. Ao contar o irmão Howland essa história, tinha o rosto iluminado pela glória do Senhor. Nem bem havia terminado o seu relato, quando entraram o pescador e sua família, e tivemos uma reunião excelente. Suponhamos que alguns de nós seguissem o procedimento adotado pelo irmão Howland. Se, quando os nossos irmãos suspeitam mal, fôssemos até eles, dizendo: “Perdoe-me se alguma coisa fiz para ofendê-lo”, poderíamos quebrar o feitiço de Satanás e libertar os irmãos de suas tentações. Não permita que coisa alguma se interponha entre você e seus irmãos. Se alguma coisa há que pode ser feita, embora com sacrifício, para remover as suspeitas, faça. Deus quer que nos amemos uns aos outros como irmãos. Quer que sejamos compassivos e amáveis. Quer que nos habituemos a crer que nossos irmãos nos amam e que Jesus nos ama. Amor atrai amor. Esperamos nós encontrar nossos irmãos no Céu? Se pudermos conviver com eles aqui vivendo em paz e harmonia, poderemos, então, com eles viver lá. Mas como poderemos com eles estar no Céu, se aqui não conseguimos viver sem lutas nem contendas contínuas? Os que seguem procedimento que os separa dos irmãos, e produz discórdia e dissensão, precisam de uma conversão radical. É necessário que o nosso coração seja enternecido e subjugado pelo amor de Cristo. Devemos cultivar o amor por Ele demonstrado ao morrer por nós na cruz do Calvário. Temos de nos achegar sempre mais ao Salvador. Devemos orar mais e aprender a exercer fé. Precisamos de mais benignidade, compaixão e cortesia. Passaremos por este mundo uma única vez. Não nos esforçaremos por estampar o caráter de Cristo nas pessoas com quem convivemos? Nosso coração endurecido precisa ser quebrantado. Precisamos formar uma unidade perfeita e reconhecer que fomos resgatados pelo sangue de Jesus Cristo de Nazaré. Diga cada qual para si: “Ele deu a Sua vida por mim, e quer que, ao passar eu por este mundo, revele o amor que Ele manifestou ao entregar-Se por mim.” Cristo levou sobre a cruz os nossos pecados em Seu próprio corpo para que Deus seja justo e justificador de quem nEle crê. Há vida, vida eterna reservada para todos quantos se entregam a Cristo. — Testimonies for the Church 9:191-193. A força está na unidade — Trabalhemos com ardor em prol da união. Oremos e trabalhemos para alcançá-la. Ela nos produzirá saúde espiritual, elevação de pensamento, nobreza de caráter, mentalidade celestial que nos capacitará para vencer o egoísmo e as ruins suspeitas, e a ser mais do que vencedores por Aquele que nos amou e a Si mesmo Se deu por nós. Crucifiquemos o eu; consideremos os outros superiores a nós; e assim realizaremos a unidade em Cristo. Perante o Universo celestial, bem como a igreja e o mundo, daremos prova indiscutível de que somos filhos e filhas de Deus. Deus será glorificado através de nosso exemplo. O milagre que o mundo necessita ver é o que une o coração dos filhos de Deus, uns aos outros, por um amor cristão. Precisa ver os do povo do Senhor assentados juntos no lugares celestiais em Cristo. Não quereremos dar através de nossa vida uma prova do que a verdade divina pode fazer em favor dos que O amam e servem? Deus sabe o que poderemos chegar a ser. Sabe o que a divina graça pode fazer em nosso favor, se nos tornarmos participantes da natureza divina. — Testimonies for the Church 9:188. “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo sentido e em um mesmo parecer”. 1 Coríntios 1:10. A união é força; a divisão, fraqueza. Quando se acham unidos os que crêem na verdade presente, exercem poderosa influência. Satanás bem compreende isso. Nunca se achou mais determinado do que agora para tornar de nenhum efeito a verdade de Deus, causando amargura e dissensão entre o povo do Senhor. — Testimonies for the Church 5:236. Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, Capítulo 50. : , Video sermão de hoje CANÇÕES DA VIDA - - Canção de Misericórdia .
A Oração que Deus Atende Não lhe ocorre, com certa freqüência, de ter a sensação de que sua oração não foi ouvida por ninguém. Que ela não do teto. Às vezes parece que DEUS nem existe, ou se existe, não se importa com você. Outras vezes, nos julgamos tão indignos que, até parece que Ele nem pode nos atender. Ou então, que a nossa fé é tão pequena que sequer adianta orar, não seremos atendidos mesmo… Então, recorremos a pessoas que pensamos ter muita fé. Geralmente são pessoas que promovem grandes exibições de fé em reuniões de numeroso público. Aí, uma pessoa assim ora por todos aqueles que têm algum problema, geralmente dinheiro, emprego, amor ou doença, que ali procuram solução. Não devemos nos esquecer de que JESUS disse: “E, quando orares, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas [igrejas] e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa [a admiração das pessoas, mais nada]. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará” (S. Mateus 6:5 e 6 – inserções nossas). Naquele tempo, esses líderes religiosos oravam pelas ruas e praças. Hoje, oram na televisão e nas reuniões públicas. Oram não como seria prudente, para pedir as bênçãos sobre o programa e as pessoas que a ele assistem, mas para promover a sua ‘grande fé’ e obter a admiração do público. Esse é o problema. Para demonstrar o poder que eles têm, chegam a dar ordens ao próprio DEUS. A expressão “eu ordeno” é muito comum… A recomendação de JESUS é que não nos assemelhemos a essas pessoas, mas que nos dirijamos a nosso Pai celeste, expondo a nossa necessidade, pois Ele, antes mesmo que lhe falemos, sabe do que necessitamos (S. Mateus 6:8). Devemos fazer isso em secreto, onde não sejamos vistos pelas pessoas (S. Mateus 6:6). Mas, então, se devemos, nós mesmos, diretamente, sem nenhum intermediário, nos achegar a DEUS e com Ele tratar de nossos assuntos, o que nos falta para que sejamos atendidos? Vamos estudar este tema à luz da Bíblia, onde DEUS nos revelou as causas, bem como o que devemos fazer. É triste que bem poucas pessoas saibam a respeito da verdade, até parece que a Bíblia é livro que só deve ser estudado profundamente pelos teólogos… Mas não deve ser assim. Todo cidadão deveria ser profundo conhecedor da Palavra de DEUS, daí o mundo seria outro, incomparavelmente melhor. Veja o que está escrito no Salmo 145:18: “Perto está O SENHOR de todos os que O invocam, de todos os que O invocam de verdade” (grifo nosso). Se isto é verdade, então deve se tornar real também em nossa vida, inclusive na sua, meu amigo leitor. Iremos primeiramente estudar algumas das razões por que não somos atendidos, ou, aparentemente não somos atendidos. DEUS não nos atende quando não fazemos a Sua vontade, ou ainda, quando pedimos algo que na realidade fortalece a nossa ligação com Lúcifer, Seu inimigo. Não esqueçamos: ou estamos fazendo a vontade de DEUS , ou a de Lúcifer, ou amamos, ou odiamos… Ele disse: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (S. Tiago 4:3 – grifo nosso). “…com a boca professa muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33:31 – grifonosso). Por exemplo, no tempo de JESUS, um homem Lhe fez um pedido, que não foi atendido. “Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança. Mas JESUS lhe respondeu: Homem, quem Me constituiu juiz ou partidor entre vós? Então lhes respondeu: tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (S. Lucas 12:13 a15). Devemos pedir as coisas que JESUS prometeu conceder, como perdão, capacidade para perdoar, humildade, sabedoria, ânimo, maior proporção de fé, força para servir, capacidade para obedecer, temperamento manso, capacidade de entender a Sua Palavra, poder para seguir o que ali é ensinado, fidelidade a seus princípios, força para suportar as provas que nos fazem crescer no conhecimento da verdade, entendimento sobre como cuidar de nossa saúde…Há muitas outras coisas que podemos pedir, mas deverão estar de acordo com os princípios do amor. Pedindo isto, Ele nos atende e nos acrescenta as coisas materiais das quais necessitamos (S. Mateus 6:32 e 33). Isso é lógico, é preciso sermos abençoados primeiro nos assuntos espirituais, para então sermos também abençoados no campo material. Em outras palavras, é preciso pertencermos de coração ao reino de DEUS para que possamos usufruir das delícias dali. Ele quer primeiro o nosso coração, isto é, o nosso ser todo. Então, sendo dEle, poderá favorecer-nos sem que com isso nos percamos para as atrações de um mundo maldoso e passageiro. Você gostaria de que DEUS o abençoasse, por exemplo, com riquezas e, após ser atendido, esquecer-se dEle, vindo a perder a vida eterna. Talvez muitos até o quereriam, mas DEUS jamais cometeria tal erro, Ele não erra nunca. Você entende em que bases as bênçãos de DEUS são colocadas. Ele é coerente, Ele quer salvar para a vida eterna, não apenas conferir uma vida razoavelmente confortável por algumas décadas. Esse não é o Seu plano. Ao pedirmos as coisas certas, não sentiremos uma alteração perceptível em relação ao que temos pedimos. Isto se manifestará no momento em que entrarmos em ação para servir a Ele ou ao próximo, ou ainda, em que agirmos para sermos nós mesmos melhores. Nesse último caso, a única maneira de nos tornarmos melhores é ajudar sinceramente outros a tornarem-se melhores, pedindo que DEUS nos auxilie. Servir, não ser servido, lembra… Outra causa pela qual muitas vezes não somos atendidos é porque acariciamos pecados ocultos aos outros, que só nós conhecemos. São coisas que já sabemos que não deveríamos praticar, mas, mesmo assim, praticamos. Sonegar impostos, por exemplo, fazer pirataria (cópias falsas), dar informação que permite dupla interpretação, e assim por diante. Enfim, é ser falso, não verdadeiro. Pense comigo, como DEUS poderia atender a alguém que, conscientemente, pratica coisas que são da natureza de Lúcifer? Você acha que DEUS deveria fazer isto? Veja o que diz a Bíblia: “Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o Seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso DEUS; e os vossos pecados encobrem o vosso DEUS de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59:1 e 2 – grifo nosso). “Se euatender a iniquidade no meu coração, O SENHOR não me ouvirá” (Salmo 66:18). Sendo assim, a recomendação é “Sonda-me, ó SENHOR DEUS, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos: vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23 e 24 – grifo nosso). Por que DEUS não atende nesses casos? Simples, na realidade Ele quer nos salvar, não nos manter no erro. Atendendo-nos no erro, Ele está a dizer: – está bom assim meu filho, continue dessa maneira, o que seria uma mentira, e DEUS não mente. Ele quer “nos guiar pelo caminho eterno”, não apenas por alguns anos e fim. Também, muitas vezes, não somos atendidos quando DEUS não é O primeiro em nosso coração. Há outras prioridades que O colocam de lado. Assim, Ele, educadíssimo que é, fica aguardando que nos apercebamos desse erro. Em muitos casos, nos acontecem provações, isto é, dificuldades, para que nos voltemos para Ele. “Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos em seu coração, tropeço para a iniquidade que sempre eles tem diante de si; acaso permitirei que eles me interroguem?” (Ezequiel 14:3 – grifo nosso). “… porque ouvem as tuas palavras, mas não as praticam” (Ezequiel 33:32 – grifo nosso). Ser mesquinhos e avarentos também nos separa das bênçãos do Criador. “O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido” (Provérbio 21:13). O princípio aqui envolvido é: “Dai e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida que tiverdes medido, vos medirão também” (S. Lucas 6:38, ver Filipenses 4:19). Aqui encontramos a prática de outro princípio. As bênçãos de DEUS, na maioria dos casos, não parecem ser bênçãos, acontecem de maneira tão natural que mais parecem ser fruto do curso normal da vida. Acontece que, assim sempre deveria ser. Na realidade, DEUS quer utilizar outros seres humanos, assim como os anjos, enfim, outros seres por Ele criados, para que uns sirvam de meio para Ele favorecer outros, e vice versa. Se parece natural, não miraculoso, é assim mesmo que Ele quer que seja. DEUS somente recorre ao miraculoso quando no natural esgotaram-se as possibilidades. Mas nós, um tanto desavisados pela falta de conhecimento a respeito de DEUS (ver Oséias 4:6), julgamos que muitas coisas boas que nos acontecem não procederam do Criador, e pensamos que Ele nunca nos atende. Mas as coisas boas vêm de DEUS, não de Lúcifer. Cuidado, quando Lúcifer providencia que coisas boas nos aconteçam, mais adiante ele nos trairá, isso é próprio de sua natureza: ser falso. Ele não consegue manter o bem por longo tempo, jamais eternamente. Eventualmente promove algumas coisas boas, mas sempre com intenção de enganar. Ele cauterizou a sua mente em proceder de modo maligno. Quando não perdoamos nosso irmão, o nosso próximo, também não podemos ser abençoados por DEUS. Isso é válido inclusive quanto aos inimigos. Nós não devemos ter inimigos, pois se servimos a DEUS, devemos saber que DEUS é amor.”E quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra outrem, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe vossas ofensas” (S. Marcos 11:25). “Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós temos perdoado aos nossos devedores…” (S. Mateus6:12). Que parece a você? DEUS não estaria incentivando o ódio e a guerra se atendesse orações de pessoas que conscientemente não perdoam? Onde chegaria isso? Que conseqüências acarretaria? Nesse caso, DEUS atende, sim, o pedido coerente, que nos ensine a perdoar. Disso podemos estar certos! As pessoas casadas que não amam seu cônjuge também não podem ser atendidas. “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade (…) para que não se interrompam as vossas orações” (I Pedro 3:7 – grifonosso). O que Pedro disse para os maridos vale também para as esposas. Há o princípio geral “que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei” (S. João 13:34). Já foi dito aqui neste livro que o lar é a organização mais favorável para cultivar o amor, ou seja, para o cultivo da obediência a DEUS. Portanto, seria estranho esperar que fôssemos atendidos no que pedimos a DEUS se, no próprio lar, não nos amamos uns aos outros. Uma das razões que talvez mais nos separa das bênçãos de DEUS é a falta de fé, ou seja, duvidar dEle. Pedimos e então duvidamos que seremos atendidos. Pelo que podemos ver, dificilmente estaremos numa situação em que seremos atendidos, você não acha? Então, o recurso é pedir que Ele faça a Sua vontade, não a nossa. Pedir também que nos ensine o que devemos fazer. Lembra o que leu no início deste capítulo? Há coisas que DEUS sempre atende, estas devemos pedir primeiro, com toda a sinceridade, e então crer que seremos atendidos, e assim será. “Se porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a DEUS, que a todos dá liberalmente, e nada lhes impropera; e ser-lhes-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante a onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do SENHOR alguma coisa” (S. Tiago 1:5 a 7 – grifo nosso). É assim que funciona: devemos pedir coisas coerentes com a salvação nossa e de nossos irmãos, e confiar que isso será atendido no momento que for adequado, segundo DEUS, e isso se tornará real. Essa é a promessa. “Tudo quanto em oração pedirdes, crede que realmente recebestes, e será assim convosco” (S. Mateus 11:24 – grifo nosso). Esse ‘tudo’, pronunciado pelo próprio JESUS, refere-se, obviamente, ao que contribui para que “seja feita a Sua vontade assim na Terra como no Céu”, não para que nos percamos em nossos pecados. A infidelidade, ou seja, a não cooperação com DEUS também impede que Ele nos ajude. Ele é o doador de todas as coisas, e requer que também doemos e favoreçamos aos nossos semelhantes. “De graça recebestes de graça dai” (S. Mateus10:8). O segredo aqui é tornar-nos cooperadores de DEUS. Sob o princípio do amor, é assim que a sociedade celeste funciona. DEUS abençoa as pessoas para que elas se ajudem mutuamente, servindo-se umas as outras. “Vigiai e cooperai com DEUS que ouve as orações. Lembrai-vos que somos cooperadores de DEUS” (I Coríntios 3:9 – grifo nosso). Mas para aqueles que, de forma egoísta, apenas pensam em si, e não querem cooperar servindo a seus semelhantes, JESUS tem uma grave advertência: “Eu afirmo que o Reino de DEUS será tirado de vocês e será dado às pessoas que produzem os frutos do Reino” (S. Mateus 21:43). Os frutos do reino provêm do amor, e estão ligados ao princípio de “amar o próximo como a ti mesmo”. Preciso fazer-lhe uma pergunta: como você está se sentindo? Você se encaixou em quase todas as causas que impedem que DEUS o atenda? Acha agora que não tem mais condições para manter um bom relacionamento com o Criador? Não é assim, felizmente. Em primeiro lugar, para DEUS nada é impossível (S. Lucas 1:37). Ele pode resolver qualquer coisa, e tem mil formas de fazer isso, das quais nada sabemos ( ) Em segundo lugar, JESUS veio para salvar justamente o que se havia perdido (S. Lucas19:10). E em terceiro lugar, ninguém é melhor que você, todos pecaram e todos carecem da glória de DEUS (Romanos 3:23). Paulo disse, com respeito a si mesmo,que ele fazia o que não queria fazer, e o que queria fazer, ou seja, o bem, isso lhe era difícil fazer (Romanos 7:19). Na realidade, essa é a luta. O problema é que Lúcifer conseguiu criar uma forma de engano quase perfeita. Veja bem, para muitas pessoas parece que umas são santas, outras pecadoras. E nós sempre nos achamos pecadores, o que aliás é verdade. O engano está em que não nos achamos à altura daquelas outras pessoas que temos por santas, e então desanimamos, ou, passamos a confiar apenas nesses santos. Dos que passaram aqui pela Terra, somente JESUS é que nunca cometeu pecado, Ele só é perfeitamente santo, só Ele pode pleitear nossa causa perante O Pai. E Ele veio para salvar pecadores, assim como eu e você, que está lendo o que escrevi. Somente através dEle, podemos também ser santos e perfeitos, de nenhuma outra forma isso é possível. JESUS disse: “sem Mim nada podeis fazer” (S. João 15:5 – grifo nosso). Então, se crermos em JESUS, Ele enviará o Seu Espírito Santo para nos ensinar o caminho a seguir. Só assim estaremos seguros, e Ele terá prazer em atender nossas orações. Aliás, as nossas orações se tornarão cada vez mais inteligentes, saberemos cada vez melhor o que falar com O Criador, não lhe pedindo tantas coisas absurdas. Como então orar para que JESUS e nós nos tornemos íntimos? Essa é uma boa pergunta. Podemos aprender com algumas citações da Bíblia, estudando casos que nos ensinam o correto. O próprio JESUS, muitas vezes, levantava-se de madrugada para orar (S. Marcos1:33). Porque nesse horário havia silêncio, não seria interrompido e poderia manter total comunhão com seu Pai. É por isso que JESUS recomenda que devemos entrar em nosso quarto, fechar a porta e orar em secreto com nosso DEUS (S. Mateus 6:5 e 6). Esse não deve ser um ato de exibicionismo, mas de intimidade com quem nos criou. Aliás, JESUS muitas vezes passava a noite inteira em oração (ver S. Lucas 6:12).Assim Ele recebia poder do alto, e por isso tornou-se vencedor, como ser humano que foi. Há ocasiões em que temos grandes perplexidades e problemas, e nessas ocasiões devemos orar mais. As pessoas oram pouco, e querem com esse pouco, aprender de DEUS. Com tão pouco, nem sequer aprendem a orar como devem. Em muitos casos, repetem cada dia sempre as mesmas palavras. Isso não é oração. Já nem mesmo atentam para o que estão dizendo, isso são apenas “vãs repetições” (S.Mateus 6:7). Você acha que pelo muito repetir é que DEUS nos atende? Certamente não. Quando oramos, devemos falar com DEUS como a um amigo muito íntimo, o qual deferimos todo o respeito e consideração. É conveniente nos acostumarmos a orar sempre antes de cada decisão importante. Por exemplo, quando estamos em nosso trabalho, podemos a qualquer momento, ligar os nossos pensamentos a DEUS. Para tanto, não precisamos nos ajoelhar entre as pessoas, podemos procurar um lugar seguro e reservado, ou, senão, orar em pensamento, ali mesmo. DEUS nos atenderá se formos sinceros quanto as nossas intenções. E ninguém precisa perceber que estamos orando, aliás, nem devem perceber isso. DEUS merece todo o nosso respeito. Junto aos que crêem nEle, há muitos descrentes, que se escandalizariam e não devemos dar motivos para tal. Se é bom orar antes das decisões ou de coisas que iremos fazer, também não nos devemos esquecer de orar após termos realizado o que planejamos. Isso, quer tenha dado certo ou não. De qualquer maneira, devemos apresentar o caso a Ele, como a um amigo muito inteligente que pode e quer nos orientar. Dessa forma, será desenvolvida a nossa Inteligência Espiritual, a capacidade de discernir entre o certo eo errado, tendo por base, os princípios de DEUS. Essa inteligência é vital para um bom relacionamento com nossos semelhantes e para o sucesso no que empreendemos. Esse sucesso não será passageiro, mas contribuirá para a vida eterna. Essa é a vontade de DEUS. Tendo dado certo o empreendimento, você não acha que é importante agradecer a Ele? Nessa atividade, esteve com Ele, portanto, Ele esteve contigo. Essa foi uma experiência vitoriosa para você, e deve aprender com ela. O agradecimento grava em nossa mente as experiências em que mantivemos intimidade com DEUS. Mas muitos esquecem de agradecer, e ainda se gabam de ‘suas’ realizações, como se fossem suas e como se DEUS nem existisse. JESUS, certa vez, curou dez leprosos, mas um só Lhe agradeceu mais tarde. “Não eram dez os que foram curados? Onde estão os outros nove?” perguntou Ele (S. Lucas 17:17). E, por que não orar quando estamos muito ocupados? É outra ocasião propícia para falarmos com Ele, e pedirmos que os Seus princípios se realizem no que iremos fazer. JESUS, “mesmo que grandes multidões O procuravam, Ele com freqüência se retirava para lugar isolado e ali orava” (S. Lucas 5:15 e 16). Na realidade devemos “orar sem cessar” (I Tessalonicenses 5:17). Ao nos sentirmos tentados “vigiem e orem para não serem tentados” (S. Mateus 26:41). Oremos, também, quando sentirmos simplesmente vontade de falar com DEUS. Uma vida de oração não é estar de joelhos a todo o tempo. Também não é estar orando a todo tempo. Mas é manter uma vida coerente com a vontade de DEUS, e esse é um bom pedido para Lhe fazer, que certamente será atendido, se não duvidarmos. Devemos persistir, não desistir de orar. Muitas vezes largamos muito cedo nossa busca, sendo que DEUS está querendo nos fortalecer na fé, na capacidade de nos mantermos fiéis, de persistirmos, porque isso é vital para nossa vida espiritual. Ele é o nosso DEUS, Ele gosta de estar em nossa companhia, e quer tornar-se familiar a nós. Mas isso não é possível se nos dedicarmos a Ele apenas alguns esporádicos instantes. Assim fracassaremos. Pior ainda, se delegarmos nossas orações para que outras pessoas as façam por nós. Nunca conheceremos a DEUS dessa forma. Sempre que possível e conveniente, devemos orar de joelhos. Essa é a posição mais nobre possível no Universo. É a posição em que estamos reverenciando aquEle que nos criou, Ele escolheu essa posição. Essa não é uma posição de humilhação, mas de humildade. Todos os seres santos, que vivem em outros lugares fora da Terra são humildes, a começar por DEUS. O momento da oração é um momento sagrado, porque DEUS está ali. JESUS orava de joelhos (S. Lucas 22:41). Daniel, três vezes ao dia punha-se de joelhos diante de DEUS (Daniel 6:10). Estar de joelhos diante de DEUS é um privilégio, uma honra. Estamos diante, nada menos que O Criador do Universo. Ele merece isso. Ele mesmo disse: “Aquietai-vos, e sabei que Eu Sou DEUS” (Salmo 46:10). Dessa forma, devemos orar uns pelos outros. Assim também estaremos servindo e sendo servidos. “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua fé, a oração do justo” (S. Tiago 5:16– grifo nosso). Na versão da Bíblia Viva, aprendemos sobre qual deve ser a motivação em orar uns pelos outros. Paulo disse: “Orem por mim também e peçam que DEUS me dê as palavras exatas enquanto eu falo corajosamente aos outros acerca do SENHOR e enquanto lhes explico que a sua salvação é também para os gentios” (Aos Filipenses 6:19, Bíblia Viva). Ele estava pedindo isso para melhor servir a DEUS e ao próximo. Isso DEUS atende sempre. Quando orarmos, devemos fazê-lo com fé. “Por isso vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que o recebestes, e será assim convosco” (S. Marcos 11:24 – grifo nosso). A fé vem de DEUS. Não é obtida por esforço humano. Não se obtém mais fé, realizando esforço para crer por exemplo. “A fé vem pela pregação e a pregação pela Palavra de CRISTO” (Romanos 10:17). Isso por que “fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que não se vêem” (Romanos 11:1 – grifonosso). Essa certeza das coisas que ainda não podemos provar, ou, nem mesmo explicar, somente pode ser dada por DEUS. Toda vez que queremos, por nós mesmos crer em algo inexplicável, isso não é fé, é fanatismo, não vem de DEUS. Nesses casos, por certo, estaremos nos enganando. Pela fé, podemos ter certeza das promessas de DEUS, porque Ele cria em nós essa certeza, uma vez que Ele é fiel no que diz. Da mesma maneira, é pela fé que entendemos que JESUS virá outra vez, pois isso, por enquanto, é somente uma promessa, da mesma forma que o foram muitas das profecias, que atualmente já se cumpriram. Utilizar o cumprimento das profecias do passado é um ótimo exercício para fortalecer a confiança em DEUS, para ter certeza de que as profecias que ainda estão no futuro, também se cumprirão. Assim reteremos a fé que Ele nos concede. Se a fé vem de DEUS, há, no entanto, também a nossa parte. Quando os discípulos pediram mais fé a JESUS, Ele lhes explicou que deveriam trabalhar. O trabalho para ajudar a tornar grande uma pessoa, requer que ultrapasse a expectativa de quem o solicitou. JESUS disse que são servos inúteis aqueles que apenas fazem o que lhes foi solicitado. Os realmente úteis são os que fazem mais que o solicitado (S. Lucas17:5 a 10). Com isso, Ele estava a dizer que devemos servir a DEUS e aos nossos semelhantes mais do que seria o normal esperado. E DEUS dará fé a uma pessoa assim. Não o faremos para ter fé, mas para prestar um bem aos outros, e Ele nos compensará com fé, e com fé, poderemos pedir e receberemos. É assim porque sem fé é impossível agradar a DEUS (Hebreus 11:6). A grande explicação de como isto funciona se encontra em S. João 15:7: “Se permanecerdes em Mim e as minha palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (grifo nosso). Aqui JESUS está dizendo que devemos obedecer ao que Ele disse. Esse é o significado de permanecer nEle e as suas palavras permanecerem em nós. Nessa relação, nós nEle e Ele em nós – através das palavras que pronunciou, e que aceitamos e seguimos – DEUS concede fé, isto é, confiança em JESUS e no que prometeu. Assim, pediremos o que quisermos e nos será concedido. Por certo, pediremos coisas coerentes com a Palavra do Mestre, pois,assim teremos as Suas Leis em nossas mentes, conforme Salmo 37:31; 40:8; Jeremias 31:13; II Coríntios 3:3 e Hebreus 8:10 a 12. “Se pedirdes alguma coisa, segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve, em tudo o que pedirmos, sabemos que alcançamos as petições que Lhe fizermos” (S. Marcos 11:24). Não nos é necessário pedir que DEUS permaneça conosco, devemos pedir dEle forças para que nós permaneçamos com Ele. Nossas orações devem ser dirigidas diretamente a DEUS, em nome de JESUS. Nunca em nosso próprio nome ou por intermediários humanos, mesmo que sejam considerados santos. Não há intermediário senão JESUS. Ele é o único que morreu por nós, por toda a humanidade. “E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que O Pai seja glorificado no Filho…” (S. João 14:13 – grifonosso). E em nome de JESUS é muito conveniente nos reunirmos em pequenos grupos. DEUS nos criou seres sociais, e assim também devemos tratar nossas questões espirituais, embora haja questões estritamente particulares entre nós e o nosso Criador. JESUS disse: “E afirmo também, sempre que na Terra dois de vocês pedirem a mesma coisa em oração, isso será feito pelo Meu Pai que está no Céu. Porque onde dois ou três estão juntos em Meu nome, Eu estou ali com eles” (S.Mateus 18:19 e 20). Mais uma vez você deve estar pensando: não é fácil orar de maneira a ser atendido por DEUS. Isso é verdade, e nem poderia ser diferente. Veja que nós estamos numa situação de imperfeição, e DEUS, bem como o restante do Universo, estão na perfeição. Assim sendo, mesmo bem intencionados, nós cometemos os mais diferentes erros. Erramos demais. Mas DEUS sabe disso, e é Seu propósito nos ajudar a acertar. Para tanto, devemos, ao menos tentar, mesmo que erremos. Para acertar, DEUS elaborou um plano maravilhoso. Ele designou um professor para nos ensinar como devemos fazer todas as coisas. Esse professor é um dos três participantes da divindade, é O Espírito Santo. Ele nos ensinará todas as coisas que devemos saber. Ele o fará através de nossa mente, no momento em que estudamos a Palavra de DEUS, em que ouvimos a respeito, em que falamos a respeito ou em que oramos com DEUS. Está escrito assim: “Também O Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis (comunicação entre O Espírito e DEUS). E aquEle que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito. Porque segundo a vontade de DEUS é que Ele intercede pelos santos” (Romanos 8:26 e 27 – inserção nossa). O Espírito Santo é O consolador que JESUS prometeu enviar depois de Sua partida (S. João 14:16 e 17), que nos ensinará todas as coisas que precisamos saber (S. João14:26). Na medida em que reconhecermos que nós mesmos não sabemos como obedecer a DEUS de maneira perfeita, porque nossa natureza é imperfeita, e em que desejarmos fazer realmente a Sua vontade, e pedirmos isso, estudando a Sua Palavra, O Espírito Santo entrará em ação. A nossa vontade, aos poucos, será modificada, a nossa maneira de pensar mudará, tornando-se cada vez mais perfeita, mais semelhante ao modo de pensar de DEUS. Tornar-nos-emos mais semelhantes a Ele até que, no dia da segunda vinda de JESUS CRISTO, a obra da restauração da imagem de DEUS em nós será completada (I João 3:2). Isso é a oração, meu amigo. É um colóquio entre a criatura e seu Criador. Uma conversa íntima, em que cada vez nos entregamos a Ele, que somente quer o nosso bem. Nesses diálogos, entremeados de estudo de Sua Palavra, haverá crescimento da intimidade e haverá transformação do ser. Entenderemos cada vez melhor qual seja a Sua justa e boa vontade. Obedeceremos cada vez mais perfeitamente. E no grande dia da Sua segunda vinda, que agora está muito próximo, Ele nos tornará (recriará) santos e perfeitos outra vez, atendendo a nossa vontade de sermos assim. Agora, creio que o leitor deve estar entendendo a oração. Ela, portanto, é muito fácil, ela é um instrumento de aprendizagem direta entre DEUS e aqueles que querem ser salvos. Prof. Sikberto Renaldo Marks, Mega Evento, Capítulo 28. Avalie isto: [Alguns dos conselhos deste capítulo foram dados pela Sra. White numa reunião onde estavam obreiros de diversos países, línguas e costumes. Alguns desses obreiros antes haviam adotado a posição de que os conselhos que o Senhor enviara a Seu povo através de Ellen G. White só tinha aplicação no país a que ela pertencia.] Se formos a Cristo com a simplicidade da criança que se dirige aos pais terrestres, e Lhe pedirmos as coisas que nos prometeu, crendo que as receberemos, tê-las-emos. Se todos exercêssemos fé como deveríamos, seríamos abençoados com o Espírito Santo de Deus em medida muito maior do que a já por nós recebida em nossas reuniões. Alegra-me que ainda nos restam alguns dias para o término dessas reuniões. Porque esta é a pergunta que surge: Iremos nós à fonte para beber? Darão o exemplo os que ensinam a Verdade? Deus por nós fará grandes coisas se, com fé, nos apegarmos à Sua Palavra. Que possamos ver aqui todos os corações se humilhando perante Deus! Desde o início dessas reuniões, me senti fortemente inclinada a abordar os assuntos do amor e da fé. E assim é porque vocês necessitam deste testemunho. Alguns dos que vieram trabalhar nestes territórios missionários têm dito: “A senhora não compreende o povo francês; não compreende os alemães. Eles precisam ser tratados desta ou daquela maneira.” Pergunto, porém: Não os compreenderá Deus? Não é Ele que a Seus servos dá uma mensagem para as pessoas? Ele sabe exatamente o que necessitam; e se a mensagem vem diretamente dEle, por intermédio de Seus servos para o povo, cumprirá a obra que lhe foi designada; todos serão unificados em Cristo. Embora alguns sejam arraigadamente franceses, outros entranhadamente alemães e outros profundamente americanos, todos chegarão a ser identicamente semelhantes a Cristo. O templo israelita foi construído de pedras lavradas e extraídas das montanhas; e cada pedra era preparada para o seu respectivo lugar no templo, lavrada, polida e provada antes de ser transportada para Jerusalém. E quando todas estavam no terreno, a edificação foi erguida sem que se ouvisse o ruído de um único machado ou martelo. Essa construção representa o templo espiritual de Deus, composto de material trazido de todas as nações, línguas, povos e classes sociais, elevados e humildes, ricos e pobres, sábios e iletrados. Não se trata de substâncias inertes que devam ser trabalhadas com martelo e cinzel. São pedras vivas, tiradas da pedreira do mundo por meio da verdade, e o grande Arquiteto principal, o Senhor do templo, as está agora lavrando, polindo e preparando para o seu lugar respectivo no templo espiritual. Uma vez terminado, esse templo será perfeito em todas as suas partes e causará a admiração dos anjos e dos homens; porque o seu Arquiteto e Construtor é Deus. Ninguém pense que não tem necessidade de correção alguma. Não existe pessoa nem nação que seja perfeita em todos os seus costumes e pensamentos. Uma precisa aprender da outra. Por isso Deus quer que as diversas nacionalidades se coordenem para chegar a ser um só povo, em sua visão e propósitos. Será, assim, exemplificada a união que há em Cristo. Eu estava quase com medo de vir a este país, pelo muito que ouvira das peculiaridades das diferentes nacionalidades européias e dos meios a serem empregados para alcançá-las. Mas a sabedoria divina é prometida aos que dela sentem necessidade e a pedem. Deus pode levar as pessoas aonde hão de receber a verdade. Permitamos ao Senhor Se apossar das mentes e moldá-las como o barro é moldado pelas mãos do oleiro, e essas diferenças deixarão de existir. Irmãos, contemplem a Jesus; imitem-Lhe as maneiras e o espírito, e não terão dificuldade alguma para alcançar esses diferentes tipos de pessoas. Não temos seis modelos para copiar, nem cinco; temos apenas um: Jesus Cristo. Se os irmãos italianos, franceses e alemães tentarem ser iguais a Ele, colocarão os pés sobre o mesmo fundamento da verdade; o mesmo espírito que anima um animará o outro — Cristo neles, a esperança da glória. Eu os exorto, irmãos e irmãs, a não erguerem um muro de separação entre as diferentes nacionalidades. Ao contrário, tratem de derribá-lo, onde existir. Devemos esforçar-nos por levar todos à harmonia que há em Jesus, trabalhando em prol do objetivo único — a salvação dos nossos semelhantes. Meus irmãos no ministério, irão apossar-se das ricas promessas de Deus? Porão de parte o eu e deixarão que Jesus apareça? Antes que Deus possa atuar por seu intermédio, o eu precisa morrer. Fico alarmada ao ver o eu manifestar-se num e noutro, aqui e ali. Em nome de Jesus de Nazaré, eu lhes declaro que sua vontade tem de morrer; ela deve se transformar na vontade de Deus. Ele lhes quer depurar e purificar de toda mácula. Existe uma grande obra para ser feita em seu favor antes de serem revestidos do poder de Deus. Rogo-lhes que se aproximem dEle, a fim de reconhecerem Suas ricas bênçãos, antes de findar esta reunião. — Testimonies for the Church 9:179-182. A atitude de Cristo para com a nacionalidade — Cristo não fazia distinção de nacionalidade, classe social nem credo. Os escribas e fariseus queriam monopolizar todos os dons do Céu em favor da sua localidade e nação, com exclusão do restante da família no mundo inteiro. Cristo, porém, veio para derrubar todo muro de separação. Veio para mostrar que o dom da Sua misericórdia e amor, como o ar, a luz e a chuva que refrigera o solo não reconhece limites. Por Sua vida, Cristo fundou uma religião na qual não há classes sociais; judeus e pagãos, livres e servos são iguais perante Deus e reunidos por um vínculo fraternal. Nenhum exclusivismo influía em Seus atos. Não fazia distinção alguma entre compatriotas e estrangeiros, amigos e inimigos. O que Lhe atraía o coração era a pessoa sedenta da água da vida. Não menosprezava ser humano algum mas buscava tornar disponível o bálsamo de cura para toda e qualquer pessoa. Em qualquer companhia que estivesse, apresentava uma lição apropriada ao tempo e às circunstâncias. Todo desprezo ou ultraje que os homens infligiam aos seus semelhantes não fazia senão inspirar-Lhe o sentimento da mais viva necessidade da Sua simpatia divino-humana. Buscava incutir esperança no mais rústico e menos promissor dos homens, assegurando-lhes de que poderiam tornar-se irrepreensíveis e santificados, e adquirir o caráter de filhos de Deus. — Testimonies for the Church 9:190, 191. Portanto, sendo os filhos de Deus um em Cristo, como considera Jesus as classes, as distinções sociais, a separação do homem de seus semelhantes, por causa da cor, da raça, posição, riqueza, nascimento ou realizações? O segredo da unidade encontra-se na igualdade entre os crentes em Cristo. — Mensagens Escolhidas 1:259. Uma ilustração da unidade — Há alguns anos, quando era muito pequeno o grupo de crentes na breve volta de Cristo, os observadores do sábado em Topsham, Estado de Maine, reuniam-se para o culto na ampla cozinha da casa do irmão Stockbridge Howland. Numa manhã de sábado, o irmão Howland estava ausente. Isso nos surpreendeu, pois ele costumava ser sempre pontual. Logo, porém, o vimos chegar com a face radiante, iluminada pela glória de Deus. “Irmãos — disse — achei alguma coisa. Achei que podemos adotar uma norma de procedimento, a cujo respeito nos diz a Palavra de Deus: ‘Nunca tropeçareis.’ Vou dizer-lhes de que se trata.” Contou-nos, então, que notara que um irmão pescador pobre, pensava não ser tão estimado quanto merecia, e que o irmão Howland e outros se consideravam superiores a ele. Isso não era verdade, mas assim lhe parecia; e durante algumas semanas não comparecera às reuniões. Assim é que o irmão Howland foi à sua casa e, pondo-se de joelhos diante dele, disse: – Irmão, perdoe-me; que falta cometi eu? O homem, pegou-o pelo braço, como querendo erguê-lo. – Não — disse o irmão Howland — que tem o irmão contra mim? – Nada tenho contra você. – Acho que alguma coisa deve haver — insistiu o irmão Howland — porque antes falávamos livremente um ao outro, mas agora você não me dirige mais a palavra, e eu quero saber o que há. – Levante-se, irmão Howland — disse ele. – Não — respondeu o irmão Howland — não quero. – Então, eu é que tenho de me ajoelhar — disse ele, caindo sobre os joelhos e confessando como fora infantil e a quantos maus pensamentos se havia entregue. — Agora — acrescentou — afastarei de mim tudo isso. Ao contar o irmão Howland essa história, tinha o rosto iluminado pela glória do Senhor. Nem bem havia terminado o seu relato, quando entraram o pescador e sua família, e tivemos uma reunião excelente. Suponhamos que alguns de nós seguissem o procedimento adotado pelo irmão Howland. Se, quando os nossos irmãos suspeitam mal, fôssemos até eles, dizendo: “Perdoe-me se alguma coisa fiz para ofendê-lo”, poderíamos quebrar o feitiço de Satanás e libertar os irmãos de suas tentações. Não permita que coisa alguma se interponha entre você e seus irmãos. Se alguma coisa há que pode ser feita, embora com sacrifício, para remover as suspeitas, faça. Deus quer que nos amemos uns aos outros como irmãos. Quer que sejamos compassivos e amáveis. Quer que nos habituemos a crer que nossos irmãos nos amam e que Jesus nos ama. Amor atrai amor. Esperamos nós encontrar nossos irmãos no Céu? Se pudermos conviver com eles aqui vivendo em paz e harmonia, poderemos, então, com eles viver lá. Mas como poderemos com eles estar no Céu, se aqui não conseguimos viver sem lutas nem contendas contínuas? Os que seguem procedimento que os separa dos irmãos, e produz discórdia e dissensão, precisam de uma conversão radical. É necessário que o nosso coração seja enternecido e subjugado pelo amor de Cristo. Devemos cultivar o amor por Ele demonstrado ao morrer por nós na cruz do Calvário. Temos de nos achegar sempre mais ao Salvador. Devemos orar mais e aprender a exercer fé. Precisamos de mais benignidade, compaixão e cortesia. Passaremos por este mundo uma única vez. Não nos esforçaremos por estampar o caráter de Cristo nas pessoas com quem convivemos? Nosso coração endurecido precisa ser quebrantado. Precisamos formar uma unidade perfeita e reconhecer que fomos resgatados pelo sangue de Jesus Cristo de Nazaré. Diga cada qual para si: “Ele deu a Sua vida por mim, e quer que, ao passar eu por este mundo, revele o amor que Ele manifestou ao entregar-Se por mim.” Cristo levou sobre a cruz os nossos pecados em Seu próprio corpo para que Deus seja justo e justificador de quem nEle crê. Há vida, vida eterna reservada para todos quantos se entregam a Cristo. — Testimonies for the Church 9:191-193. A força está na unidade — Trabalhemos com ardor em prol da união. Oremos e trabalhemos para alcançá-la. Ela nos produzirá saúde espiritual, elevação de pensamento, nobreza de caráter, mentalidade celestial que nos capacitará para vencer o egoísmo e as ruins suspeitas, e a ser mais do que vencedores por Aquele que nos amou e a Si mesmo Se deu por nós. Crucifiquemos o eu; consideremos os outros superiores a nós; e assim realizaremos a unidade em Cristo. Perante o Universo celestial, bem como a igreja e o mundo, daremos prova indiscutível de que somos filhos e filhas de Deus. Deus será glorificado através de nosso exemplo. O milagre que o mundo necessita ver é o que une o coração dos filhos de Deus, uns aos outros, por um amor cristão. Precisa ver os do povo do Senhor assentados juntos no lugares celestiais em Cristo. Não quereremos dar através de nossa vida uma prova do que a verdade divina pode fazer em favor dos que O amam e servem? Deus sabe o que poderemos chegar a ser. Sabe o que a divina graça pode fazer em nosso favor, se nos tornarmos participantes da natureza divina. — Testimonies for the Church 9:188. “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo sentido e em um mesmo parecer”. 1 Coríntios 1:10. A união é força; a divisão, fraqueza. Quando se acham unidos os que crêem na verdade presente, exercem poderosa influência. Satanás bem compreende isso. Nunca se achou mais determinado do que agora para tornar de nenhum efeito a verdade de Deus, causando amargura e dissensão entre o povo do Senhor. — Testimonies for the Church 5:236. Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, Capítulo 50. : , Video sermão de hoje CANÇÕES DA VIDA - - Canção de Misericórdia . Marcelo Aguirre 9 Sep 2019 · 473 views
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